segunda-feira, 6 de junho de 2011

sábado, 2 de maio de 2009

Redirecionando

Olá leitores e amigos,

Como já havia falado em algum lugar anteriormente, o meu querido professor de Jornalismo Online, Fábio Malini, solicitou essa semana que todos lá na sala fizéssemos um blog e o atualizássemos todo dia útil até o final do semestre e além. É com grande alegria que passo pra vocês o endereço:

www.decarneeosso.wordpress.com

Os desamparados pela falta de atualização deste aqui agora ficarão amparados (até demais) pelo de lá - onde também estou colocando o link pros blogs do pessoal lá da sala. Quem tiver tempo dê uma conferida! Com certeza acharão algo legal =)

Abraço a todos! E obrigada por sempre marcarem presença .

sexta-feira, 6 de março de 2009

Leitura de tirar (totalmente) o sono

Para os curiosos e amantes de quadrinhos, aí vai um link perfeito para baixar a série Watchmen (e muitas outras) completa e de uma só vez, sem vírus, em português e bem bonita - me sinto no dever de ajudar a espalhar!
Esse clássico estréia hoje nos cinemas e promete ser muito bom, vale a pena conferir e conhecer mais a história:

Coringa Files (download de HQs) - WATCHMEN

Abraços!

terça-feira, 3 de março de 2009

De solidão e amizade (tentando não ser piegas)


Eu vejo os meus conhecidos passando nos ônibus, nos corredores e nas ruas. Alguns não me conhecem mais. Na verdade acho que nunca nos conhecemos. Relações tão superficiais que de tão superficiais se desgarraram da superfície e desapareceram no ar que venta, incessantemente. Quando passo por eles nos ônibus e na vida eles fingem que não me viram, enquanto eu finjo que não os vi. Uma sincronia perfeita. E ambos seguimos com nossa farsa, escapando da conversa sem jeito e sem assunto que já prevemos ter um com o outro, dos silêncios incômodos... Há dias em que tudo que queremos é sentar no banco e dormir, ou escutar uma música, ler nossa xerox, ou pensar na morte da bezerra. É o que eu quero quase todos os dias. Mas quando um amigo de verdade entra no nosso ônibus, aaah... A gente acena, chama, ultrapassa à força o mar humano que nos separa! Ou ao menos aguarda atento a oportunidade de ir até lá. É tão bom... Não há xerox importante que valha mais do que aqueles momentinhos com um amigo. Pode ser um amigo que você viu há poucas horas, ou que não vê há 10 anos, e pode ser também um amigo que você só viu pouco mais que três vezes na vida (eles existem, e como!). Quando o seu ponto ou o dele chega o assunto ainda está tão longe de acabar... Ou não. Mas você quer mais. É tão bonito... E tão raro.
Tenho medo de ter conhecidos demais e amigos de menos. Como diria o colega de curso (com quem nunca falei!) João Guerra, num No Entanto agora distante, “quero ter em quem me apoiar quando todo mundo perceber que a solidão é o fim de quem anda sozinho”. “Quem me acompanha?”, ele pergunta.
Eu =)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"O que há de errado comigo?", Tila Tequila e o homem grávido

Ando pensando muito num assunto polêmico para se pensar e falar sobre: a escolha sexual de cada um. Assisti por acaso os três últimos episódios do reality show “A Shot at Love 2”, da MTV, uma espécie de “The Bachelor” bissexual, onde um grupo de homens e mulheres disputam uma chance no amor com Tila Tequila. Eu sei que no final ela ficou entre um homem e uma mulher, escolheu a mulher, e esta por sua vez surtou e foi embora, dizendo que estava em dúvida se era aquilo mesmo que queria para sua vida e etc. Tila Tequila, que já havia sido magoada no “A Shot at Love 1” (daí ter a continuação), termina o programa aos prantos com a pergunta “What’s wrong with me?”, “o que há de errado comigo?”. Eu me pergunto: o que há de errado com o mundo?
Acompanhando no Discovery Channel a história de Thomas Beatie, o primeiro homem grávido da história, fiquei também com uma pergunta que ele fez na cabeça. Thomas, que já havia sido Tracy um dia (daí contar com um útero para ter gerado o bebê), pergunta: “o que faz de um homem um homem? O pênis dele?”. Quer dizer que se o sujeito perder os genitais na guerra ele não será mais homem? Da mesma forma eu me pergunto o que faz de uma mulher uma mulher. Se for basicamente o corpo, hoje em dia isso não é mais um problema para a medicina, fato. Quando o mundo soube da gravidez de Thomas o que não faltou foi julgamento alheio. Houve quem se deu ao trabalho de procura-lo para falar “eu sou contra o aborto, mas estou torcendo para que você não tenha esse bebê, para que perca ele”. Que merda de hipócrita é esse que é contra o aborto mas torce pela morte do bebê dos outros? E por que motivo exatamente? Por ter sido gerado em circunstâncias incomuns? Qual a dificuldade em entender que Thomas um dia foi Tracy, e que quando fez a opção de mudar de sexo quis permanecer com seu útero e ovário para um dia ter a oportunidade de gerar um bebê, e que esse dia havia chegado quando a mulher amada com quem se casou não podia engravidar? Esse bebê não estava dentro de uma vaca! Estava dentro de um ser humano amável, gentil, responsável, feliz, com um útero! São circunstâncias novas sim, incomuns, mas onde está aí o motivo para desejar a morte desse bebê inocente, que foi gerado e está sendo criado com todo o amor dos pais, que tanto o desejaram? Teve gente ligando pra casa do casal para condenar eles ao fogo do inferno, dizendo que deviam se acertar com Deus e pedir perdão pela "abominação monstruosa" que fizeram. Onde está a abominação? Eu quero entender!... A abominação foi ter trocado de sexo? Ter tirado os seios e tomado testosterona? Foi casar com uma mulher? Então é isso que as pessoas com opções sexuais diferentes são, abominações?


Para começar eu morro de raiva de gente que acha ter alguma propriedade para condenar os outros ao inferno. E para terminar eu acho que o mundo está doente em perseguir, julgar e marginalizar as pessoas que têm uma orientação sexual diversa da que vemos como a “certa” e comum. “S’aimer n’est pas um crime”, se amar não é um crime! Como podem ser condenadas criminosas duas pessoas por se amarem, se respeitarem, cuidarem e se preocuparem uma com a outra? Sou contra a violência em todas - TODAS - as suas formas, a injustiça, a dor e o sofrimento que as pessoas são capazes de causar umas às outras (e causam), mas não sou e nunca serei contra o amor sincero, em sua forma pura, verdadeira, não corrompida pela doença do mundo – da humanidade.
Pois eu desejo que Thomas e sua família sejam muito, mas muito felizes, em paz, e que, independentemente do desfecho do programa ser armação ou não, Tila Tequila possa encontrar a pessoa certa - seja homem ou mulher, lhe dar uma chance no amor, e não tenha mais que se perguntar o que há de errado com ela.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A Vida Segundo SEAN MOREY (não Charles Chaplin)


"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para frente. Nós deveríamos morrer primeiro e nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado para fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo suficiente para poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade. Então você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da sua mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando e... Termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"


E daí surgiu Benjamin Button =)


Será?


Talvez! rs

Todo mundo (ou quase) já leu isso antes, mas deu vontade de postar mesmo assim... E o cara da locadora me alertou que outra pessoa o alertou que as incansavelmente difundidas palavras não são de Charles Chaplin, e sim desse tal de Sean Morey, coitado, nunca reconhecido!


Valeu, carada locadora!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Balanço

O mundo já deu 101 voltas desde a última vez que escrevi aqui (é sério, eu contei!!), o Bush já não é mais presidente, muitas pessoas morreram, muitas nasceram, o céu desabou em alguns lugares, o telhado em outros, já fiz mais uma arrumação no meu quarto (afinal tem que ter todo ano), o Franz Ferdinand lançou mais um cd (“Tonight”, muito bom, por sinal), e o Brad Pitt mais um filme (“O Curioso Caso de Benjamin Button”, MUITO bom também, Deus queira que ganhe o Oscar), dentre outras coisas importantes e desimportantes. Esse ano espero profundamente assistir “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, fazer minhas matérias da faculdade (e do Centro de Línguas) em paz, continuar namorando o meu namorado, se possível conseguir um estágio também, para não fazer um rombo no bolso do meu pai, e só. O resto é lucro, rapaz!!

Bom ano novo atrasado. Nem sempre estamos aqui, mas estamos aí!

ps: Fontes me informaram que em breve terei uma matéria no curso na qual o professor vai me obrigar a ter um blog e escrever nele 3 vezes por semana, tomara que seja verdade. Vai ser ótimo para o Abrace o Mundo, você não acha? =D

Bush, já vai tarde.

Franz Ferdinand, cada vez melhor.

Benjamin Button, merece o Oscar.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe \o/, é necessário ler de novo.

Namorado, amo você.

domingo, 19 de outubro de 2008

Wild

Nem acredito que vou escrever no blog hoje!...

Desde a última vez que passei por aqui surgiram várias idéias e rascunhos de coisas para postar, infelizmente nenhum concretizado de fato. Falta de tempo não é desculpa, é mal do século. Quando sobra algum tempo tenho dormido mesmo, admito! QUANDO sobra, essa tem sido a minha prioridade...

Apesar de já fazer alguns, hamm, meses agora, assisti um ótimo filme que ainda está em tempo de indicar. Ele não foi muito divulgado, então provavelmente a maioria ainda não assistiu (ou não!). Se chama “Na Natureza Selvagem”, ou “Into the Wild”, e é com aquele ator que fez Speed Racer, Emile Hirsch. Foi minha mãe que alugou e, apesar da capa ser bonita, eu não estava dando nada pro filme. Quando começou, eu mergulhei na história (real) de Christopher McCandless, o jovem que largou um futuro brilhante (temos que pensar no conceito de "futuro brilhante"...) para viajar para onde bem quisesse e viver into the wild. Doando todas as suas economias para a caridade (coisa pouca, uns US$24 mil juntados a vida inteira), ele deixa pra trás estudos, carreira, casa, carro, roupas, sapatos, pai, mãe e tudo. Nas 2h30 de filme você esquece que é você, e chega a pensar que é ele! Ou então sou eu mesma que estou ficando doida. Como me identifiquei com esse cara. Ele vive de tudo que a liberdade (tão buscada!) pode lhe oferecer, desde momentos sublimes à dificuldade e solidão supremas. Conhece algumas pessoas pelo caminho, e tem um velhinho que me faz chorar. Tem também uma mensagem muito interessante MESMO sobre a família, acho que serve pra todo mundo. Não vou falar mais porque tô quase contando o final!! Esse aí da foto é o verdadeiro Christopher McCandless (por favor, não procure sobre ele no google antes de ver o filme! rs). Ah, e quem dirigiu o filme foi o Sean Penn, inspirado no livro “Into The Wild”, escrito por Jon Krakauer. Dá até vontade de ler...

Nem lembro mais o que eu ia falar depois disso! Fiquei com a história na cabeça de novo.

Mas então, ENQUANTO não vale a pena você entrar nesse blog preguiçoso e desatualizado, sugiro que dêem um pulinho no Acasos Irrisórios. Ele está de cara nova, bonitão e com uma novidade muito boa sobre essa banda querida que eu nunca pude prestigiar: o CD! Dá vontade MUITA de escutar!

Dá muita vontade de ler mais, ver mais filmes, criar mais vídeos, mexer em mais fotos, mandar mais cartas, fazer mais desenhos e mais poesias, viajar mais, dá muita vontade! Por que não?



domingo, 14 de setembro de 2008

Coisas da Ufes

CT.

IC III.

IC III.

Pedras.

Cemuni V.

Cemuni V.

Cemuni I.

Cemuni I.

Em frente à biblioteca.

Em cima da biblioteca.

Frente da reitoria.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sobre pré-adolescência, Sócrates e sei lá mais o quê


Uma das coisas mais chatas de se fazer nas férias (não sei quanto a vocês, mas que eu sempre tenho que fazer nas férias) é arrumar o meu armário... Tanto eu quanto minha mãe percebemos há um bom tempo que sou uma bela duma lixeira, que sai catando papeizinhos por aí na esperança de que eles sejam úteis um dia. Para piorar me apego a vários desses papeizinhos, que vão escapando de várias arrumações e se tornando pilhas desengonçadas no armário. Pois no meu primeiro dia de férias, que já foi há uma semana atrás, resolvi cumprir a árdua tarefa. Não porque estivesse bem disposta nem nada, e sim porque a tal pilha desengonçada desabou quando abri a porta. A parte mais difícil é jogar fora uma apostila ou um caderno antigo... São tantas boas e más poesias, desenhos, recadinhos de amigos que não mais verei... Sem dramatizar (muito), é como se estivesse jogando fora um pedaço do meu passado, das minhas memórias, de quem eu fui.

Foi daí que criei então uma pasta chamada “Recordações de quem eu fui!”. Não que isso seja uma coisa super legal. Às vezes dói ver quem a gente foi. Dói especialmente ver as coisas que eu guardei da minha época de pré-adolescência e da própria. É a pior fase que um sujeito pode passar na vida. Você acredita piamente que não é mais uma criança, e fica tentando ser jovem/adulto, coisa que não é! Complicado. Tenho pena da maioria dos pré e adolescentes quando passo por eles na rua. Muita. Pena daqueles que passam em bando rindo escandalosamente como se estivessem vivendo seus dias de glória e quisessem se certificar que todos estão escutando. Pena daqueles que estragam o filme dos outros no cinema fazendo estardalhaços pelos motivos mais bestas do mundo, só para fazer e acontecer lá também. Pena daquelas “pequenas” meninas se vestindo, maquiando e agindo como mulheres, sendo tratadas e cobiçadas como tal, achando também (e sempre) que estão arrasando. Tudo bem que quando é a minha sessão de cinema que está sendo sacaneada sinto ódio mortal ao invés de pena. Mas quando vejo esses pobres coitados lembro da minha própria fase escrota da vida (que tive que fazer um esforço imenso pra superar, sem nunca ter a certeza de ter superado!). Lembro de tudo que na época me pareceu o máximo, e que agora me dá vontade de botar fogo em todos os meus diários da quinta à oitava série.

Mas eu não coloco fogo não (na verdade acho que só fiz isso uma vez). Tenho consciência de que daqui a alguns anos minha vontade será a de queimar quase tudo que escrevo hoje... É assim que acontece. A gente amadurece a cada ano, a cada mês. E se eu sempre destruir as coisas escrotas que fui/escrevi/fiz no passado no final não restará nada das “Recordações de quem eu fui” para mostrar aos meus filhos. “Olha como a mamãe era uma completa idiota! Quer dizer... Uma bobinha!”, ou então até mesmo: “Caramba, olha como eu evoluí... Que merda essas matérias que eu escrevia”. Estava conversando sobre isso com Darshany-garota-do-casaco-verde esses dias. Ela de vez em quando tem postado no seu blog uns textos antigos (ou nem tão antigos assim) que escreveu e que hoje a fazem rir à beça. Alguns são adoráveis! É como se eu visse a Darshany adolescente que não conheci.

A vida passa muito rápido, agora, e acaba do nada, do nada mesmo. Acho que foi quando compreendi isso que me desapeguei de um monte de tralha verdadeiramente inútil que guardava no armário e guardei só o que valia a pena.

Vou aproveitar para compartilhar um texto do Frei Beto que li esses dias - e que me faz pensar até hoje. Tem a ver com o que estava falando agora, sobre guardar só o que vale a pena e se desapegar de tantas, tantas tralhas que o mundo nos oferece. O texto dirá:


“Vou com freqüência a livrarias de shoppings. Ao passar diante das lojas e contemplar os veneráveis objetos de consumo, vendedores se acercam indagando se necessito algo. "Não, obrigado. Estou apenas fazendo um passeio socrático", respondo. Olham-me intrigados. Então explico: Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo. Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas. E, assediado por vendedores como vocês, respondia: ‘Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz’.”

Boa, Sócrates! Preciso me lembrar disso mais vezes.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Sir Artur, cavaleiro da Távola


Ah, Seu Artur... O Sr. não está mais entre nós, mas está... E até agora eu não arranjei tempo pra falar de você aqui, nem de fazer uma pequena e boba homenagem que fosse...

Lembro da 1ª vez em que vi seu programa, anos atrás, na casa da minha avó. Era um sábado de manhã, e eu proferia minha típica reclamação muito repetida aos finais de semana: “Só passa porcaria nessa bosta de tv!”. De canal em canal de repente me vi hipnotizada por um senhor de óculos de grau e cabelos brancos que falava de Tchaikovsky em plena TV Senado. “Quem tem medo de música clássica?”, você perguntava. Dedicava o programa para os jovens de 60 anos que o assistiam. Anotei seu e-mail, queria te dizer: “Ei, eu tenho tantos anos e adorei o seu programa!”.

Achei o máximo seu nome ser Artur da Távola. Pensei: “Que sorte a dele!”. Não me lembro se cheguei realmente a mandar um e-mail pra você. Passei a procurar seu programa todos os sábados de manhã que podia, e quando perdi minhas manhãs de sábado passei a esbarrar contigo de vez em quando pela noite, naquelas horas em que a gente fica a toa na frente da TV mudando de canal até achar alguma coisa ou não achar nada. Até hoje quando ligo a televisão vou ao canal 9, na esperança...

Você partiu, Sr. Artur. Partiu aos 72 anos, enquanto dormia. Será que seus programas continuarão passando? Nunca mais o vi... Estava de passagem pela cozinha da minha avó quando o repórter começou a falar que tínhamos perdido um grande e valoroso homem naquele dia 09 de maio, um tal Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros. Quando olhei as imagens, eram suas. Falando no Parlamento, Congresso ou sei lá onde. Artur da Távola era seu pseudônimo estiloso, genial. Descobri que além de amante da boa música era jornalista, colunista, radialista, escritor, professor, advogado e um dos fundadores do PSDB! O tucano mais honesto e amado, pelo que tive notícia. Perda tamanha! Eu nunca o conheci, acho que nunca nem o e-mail te mandei, mas surpreendentemente chorei como se fosse meu próprio avô que tivesse morrido. Doeu como se fosse um chegado meu, Seu Artur.

Só neste dia soube que até um blog você tinha, com milhares de mensagens carinhosas, milhares de jovens como eu e jovens de 60 anos contando sua admiração. Tantos que nem dava para o Sr. responder a todos. Quantas demonstrações de amor. Que bom... E quando vi aquelas tantas pessoas que não te conheciam, mas te conheciam como eu, chorando pelo mesmo sentimento que eu tinha, eu percebi.

Percebi como a sua existência havia sido maravilhosa. :)

Caramba, se no dia em que morrer eu causar comoção num sujeito lá em Alagoas... Que vida não terá sido a minha, ham!...


- Para Artur, "the once and future king."

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Fotos reunidas - BICHOS








ps: Se quiserem ver bichos realmente estranhos o vídeo é esse ----
25 World's Weirdest Animals



Bom feriado, amiguinhos!

terça-feira, 6 de maio de 2008